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SAUDE FINANCEIRA - (11) 8765-4180


SAIBA DIZER NÃO !

 

É muito comum encontrarmos pessoas com situações financeiras abaladas porque não tem coragem de dizer “Não”. Compram presentes para filhos, netos, sobrinhos e depois não conseguem dormir preocupados com as contas para pagar. Por que, mesmo sabendo das conseqüências, não conseguem alterar esse comportamento? Vergonha, sentimento de culpa e “querer agradar o outro” são um dos fatores que as impedem de resolver o grave problema. Tem muita gente trabalhando, às vezes até com segundo ou terceiro emprego para sustentar esse comportamento inadequado. Será que já não está na hora de mudar essa situação? A impressão que temos é que pessoas que dizem “Não” são ruins, não ajudam os outros, são egoístas, mas não é isso que normalmente ocorre, muitas vezes, apenas conseguem definir limites. Precisamos aprender a nos respeitar mais, ser mais autênticos e não ficar pagando alto preço só para sermos aceitos pela sociedade.  Quando pais atendem todos os pedidos dos filhos pecam em pelo menos dois pontos: Complicam o orçamento familiar e ensinam a criançada que as coisas são fáceis e que na vida tudo é possível basta, muitas vezes, usar a chantagem emocional. A molecada não faz isso por maldade, mas sim porque entendem que é a melhor forma de conseguir obter o que realmente querem. O sentimento de culpa tem atrapalhado muita gente na difícil arte da  administração do dinheiro no lar, uma vez que associam “afeto” a “dinheiro”. Outro importante argumento das pessoas é o medo de perder a amizade e o carinho.  Se eu não der um presente caro vai ela ficará chateada”, “O que dirão de mim se não aceitar ser seu fiador de meu amigo? ”. Perder amigos, não ser aceito na sociedade tem levado muita gente ao desespero financeiro. Pense no assunto, mude devagar e obtenha resultados nunca alcançados.

 

 

 



Escrito por Pedro Luiz Braggio às 15h10
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Você QUER ou PRECISA ?

 

Você já comprou alguma coisa e depois se arrependeu profundamente? Acredito que muitas pessoas já passaram por momentos de grandes arrependimentos e prometeram nunca mais fazer a mesma coisa. Mas a cada vez que acreditam estar “curadas” o comportamento volta a atacar, sentimentos de culpas reaparecem e o desequilíbrio financeiro é novamente afetado. Por que será que repetimos os mesmos comportamentos e é tão difícil vencer essa barreira?  Lembre-se de que quando a emoção e a razão estão lado a lado, a emoção toma conta do pedaço, ela é quem manda, por isso: Muito cuidado! A razão sempre é consciente e paciente, tenta alertar as pessoas, mas a emoção já vai chegando e dizendo “...Compre logo, você merece, não sabe se estará aqui amanhã, aproveite a vida...”. Muitas pessoas compensam frustrações do casamento, trabalho e filhos comprando alguma coisa. Após efetuarem as compras, sentem-se mais otimistas e com a autoestima elevada. Mas, infelizmente esse sentimento dura pouco e as pessoas percebem que o prazer foi momentâneo. A satisfação de comprar e o arrependimento posterior têm deixado muitas pessoas tristes e depressivas. Por isso, antes de comprar qualquer coisa pergunte para você mesmo: Eu quero ou eu preciso realmente disso? Isso vai agregar valor a minha vida ou pode prejudicar ainda mais a minha situação financeira? Lembre-se das coisas que já comprou e não utilizou.  Será que eu quero levar algo para a minha casa e depois deixar encostado como tantas outras? Não compre por impulso, volte outro dia, pense melhor sobre o assunto e somente bata o martelo quando tiver a certeza absoluta. Posso lhe afirmar que se fizer dessa forma, muito possivelmente nem voltará a pensar no assunto.  Muitas vezes surtamos e nem percebemos, realizamos compras e depois pagamos um preço muito alto por não ter conseguido perceber o “surto” antes de entrar em dívidas. Comprar é muito bom, dá prazer e pode até aumentar a autoestima, mas tudo com muita consciência, limite e bom senso.



Escrito por Pedro Luiz Braggio às 15h08
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